Todos os cargos podem ser considerados, o que deve ser priorizado são os seus objetivos
Muitos profissionais passam anos em uma mesma empresa, constroem uma carreira de sucesso e alcançam cargos elevados na hierarquia. Mas até mesmo eles, com anos de casa e ocupando posições de destaque, podem se deparar com uma demissão completamente inesperada e com a necessidade de se posicionar novamente no mercado.
Saiba como os headhunters interpretam seu currículo e se coloque no topo das buscas para as melhores oportunidades
Na hora de elaborar um currículo é necessário ficar atento a algumas informações que podem ser interpretadas de forma negativa e causar uma má impressão. Alguns profissionais se preocupam em colocar muitas informações e deixar o seu currículo com um visual atraente, porém nem sempre essas informações são boas ou válidas na hora de escolher o candidato perfeito. Alguns detalhes podem revelar mais do que se imagina, conheça-os abaixo:
Pesquisa mostra que brasileiros sentem-se mais inseguros na hora de negociar com a empresa do que profissionais de outros países
Uma pesquisa feita pelo LinkedIn mostra que os profissionais brasileiros são os que mais têm medo de negociar aumento de salário, extensão de benefícios ou promoções com o chefe. O resultado de 21% contra 6% da média global mostra que a ansiedade, falta de confiança e a dificuldade de falar abertamente por receio ainda atrapalham o empregado.
Com o aumento de atividades diárias e tempo insuficiente para completar as tarefas, os executivos tendem a se perder nas apresentações
Para um bom andamento dos negócios, a gestão do tempo é essencial. Assistir a apresentações maçantes e enormes é cansativo e faz com que o ouvinte perca o foco. Estender-se demais em uma palestra faz com que ela se torne desinteressante.
Confira abaixo algumas dicas do diretor geral da Page Personnel no Brasil, Gil van Delft, para se destacar na empresa e conseguir o tão sonhado reconhecimento.
No mês de março, uma pesquisa da consultoria Page Personnel revelou que 47% dos profissionais entre 20 e 30 anos pretendem trocar de emprego caso não sejam promovidos no período de dois anos. O resultado mostra que ser reconhecido pelo esforço no trabalho é um dos principais objetivos dos jovens na carreira.
O home office já é adotado por muitas empresas brasileiras. Saiba como manter a organização do trabalho em casa
O governo brasileiro sancionou em 2011 uma lei que diz que o trabalho remoto não difere do realizado em empresa fixa e com isso o número de pessoas e empresas que adotaram o home office cresceu. Uma pesquisa realizada recentemente em 24 países pela Ipsos/Reuters mostra que, em todo o mundo, 17% dos empregados trabalham em casa e que 83% concordam que é mais vantajoso.
Empresas de grande porte entram na onda no coworking e começam a dividir espaço com outras companhias
O The Wall Street Journal publicou recentemente uma matéria sobre a tendência do novo padrão de trabalho que está cada vez mais ganhando espaço no mercado e atraindo não só os autônomos e pequenas empresas, mas também as grandes companhias.
Não é para reclamar da empresa. Nem do chefe. Nem dos colegas.
Em algumas empresas, é costume realizar uma entrevista de desligamento quando o profissional pediu demissão ou foi demitido. No segundo caso, a conversa tem como objetivo explicar para o profissional por que ele está sendo desligado. Já em relação ao funcionário que decidiu sair da companhia, o intuito é entender o que o levou a tomar tal decisão e, em certos casos, fazer uma contraproposta.
Enquanto os profissionais europeus valorizam o gestor com foco intelectual, os brasileiros preferem o do tipo protetor
No Brasil, a dissolução da fronteira entre o público e o privado (estudada por intelectuais como Sérgio Buarque de Hollanda e Roberto DaMatta) também afeta o mundo corporativo. Segundo pesquisa realizada pelo professor Alfredo Behrens, da FIA (Fundação Instituto de Administração), com alunos de MBA do Brasil e da Europa, o estilo de liderança preferido dos brasileiros é o paternalista. Já na Europa, os profissionais valorizam o lado intelectual, do gestor que conquista a admiração dos colaboradores pelo conhecimento.
Companhias devem se preparar para receber profissionais com deficiência
A entrada de pessoas com deficiência no mercado de trabalho exige que as empresas passem por mudanças tanto físicas (fazendo adaptações necessárias nos escritórios para atender às necessidades de pessoas com deficiência) quanto de atitude: as equipes devem estar preparadas para acolher e respeitar a diversidade.